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quarta-feira, 8 de abril de 2015

META ZERO - OPERAÇÃO PADRÃO: DS/SP convoca filiados para o início das operações

A antecipação das operações foi decidida pela categoria na última assembléia nacional extraordinária. O marco inicial do movimento de campanha salarial vai acontecer amanhã (07/4)a partir das 9h durante a abertura do Seminário "Repensando a Receita Federal do Brasil"

A DS (Delegacia Sindical) São Paulo comunica que a Classe deverá iniciar amanhã, terça-feira (07/04), a operação padrão na zona primária e portos secos e operação meta zero nas demais unidades da RFB, tendo em vista a aprovação das emendas 40 e 41 à MP 660/14, pela comissão mista do Congresso Nacional.

A antecipação das operações foi decidida na última assembléia, quando a categoria aprovou por ampla maioria o indicativo 5, abaixo transcrito:

“Os Auditores-Fiscais aprovam a antecipação da operação padrão e da operação meta zero para a terça-feira subseqüente à aprovação do projeto de lei de conversão da Medida Provisória nº 660/14, pela comissão mista instituída pelo Congresso Nacional para esse fim, caso estejam inseridas no referido projeto as emendas 40 e 41, que objetivam o compartilhamento das atribuições privativas dos Auditores-Fiscais, de conferência aduaneira e lançamento de créditos tributários, com ocupantes do cargo de Analista Tributário.”

Nos próximos dias, a DS visitará os locais de trabalho para acompanhar o desenrolar das operações, municiando os colegas de informações.

Conforme amplamente divulgado, acontecerá em São Paulo na terça e na quarta-feira desta semana o seminário “Repensando a Receita Federal do Brasil”, evento realizado pela DEN em conjunto com a DS/SP.

A DS/SP convoca os Auditores-Fiscais da Capital a comparecerem à abertura do evento, para estabelecermos o marco inicial do movimento de campanha salarial e repúdio às emendas 40 e 41.

Venha e traga sua indignação.

Seminário Repensando a Receita Federal do Brasil
Dias 07 e 08 de março de 2015
Hotel Excelsior – Av. Ipiranga, 770 – São Paulo/SP

Autor: Jornalismo DS/SP
Publicado em:  06 de abril de 2015

terça-feira, 7 de abril de 2015

Auditores fiscais da Receita entram em greve por tempo indeterminado

07/04/2015 - Valor Econômico

Auditores fiscais da Receita Federal entram em greve nesta terça-feira por tempo indeterminado. Eles protestam contra duas emendas incorporadas à Medida Provisória (MP) 660, que equipara as atribuições da categoria às dos analistas tributários, cargo de nível médio.

Entre os serviços prejudicados com a greve estão a fiscalização do pagamento de impostos por grandes contribuintes e atividades de alfândega. Nos portos, nas fronteiras e nos aeroportos, os auditores farão operação padrão, provocando atrasos na entrada de produtos no país.

De acordo com o Sindicato Nacional dos Auditores (Sindifisco), a categoria só voltará a trabalhar caso as emendas, incluídas na última terça­feira, dia 31, no texto da MP, sejam derrubadas. Aprovada na comissão especial, a medida provisória deve ser votada pelo plenário da Câmara dos Deputados esta semana.

Em nota, o Sindicato Nacional dos Analistas Tributários (Sindireceita) alegou que a equiparação das atribuições dos analistas aos auditores fiscais vai melhorar o serviço ao contribuinte, ao aumentar o efetivo em áreas nas
quais a Receita não atua com eficiência por necessidade de força de trabalho. De acordo com a entidade, a devolução do Imposto de Renda retido na malha fina, que hoje leva até cinco anos, será acelerada.

Segundo o texto, as emendas, de autoria do deputado Amauri Teixeira (PT­BA), não retiram prerrogativas dos auditores. Os auditores se concentrariam na fiscalização de grandes contribuintes, enquanto os analistas cuidariam das declarações das pessoas físicas e de micro e pequenas empresas. Até 1997, destaca o Sindireceita, os analistas exerciam atividades de fiscalização, mas a função passou a ser restrita aos auditores

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015

Auditores da Receita Federal entrarão em greve no próximo dia 18

Os auditores da Receita Federal decidiram nesta terça-feira entrar em greve a partir do próximo dia 18. Eles reivindicam equiparação salarial com os delegados da Polícia Federal, que recebem R$ 18 mil --os auditores ganham, em média, R$ 13.300.

Os auditores da Receita Federal decidiram nesta terça-feira entrar em greve a partir do próximo dia 18. Eles reivindicam equiparação salarial com os delegados da Polícia Federal, que recebem R$ 18 mil --os auditores ganham, em média, R$ 13.300.

"Se o governo não apresentar uma proposta até o dia 18 nós vamos fazer greve", afirmou Pedro Delarue, presidente da Unafisco (Sindicato Nacional dos Auditores-Fiscais da Receita Federal).

Durante o dia de hoje, a categoria faz assembléia em todo o país. Até 19h30, foram apurados 2451 votos. A greve recebeu o apoio de 97,48% da categoria. Segundo Delarue, cerca de 3 mil auditores participaram das assembleias que ocorreram em todo país.

A categoria pede equiparação salarial com os delegados da PF, que ganham cerca de R$ 18 mil desde setembro do ano. O salário de um auditor em início de carreira é de R$ 10 mil, já incluindo R$ 3 mil de um adicional sobre metas de trabalho. Os que estão em um estágio mais avançado da carreira recebem R$ 13,3 mil, também com o adicional de metas.

Hoje, a Receita Federal possui 12 mil auditores ativos. Cerca de 90% estão em um estágio mais avançado da carreira, ou seja, ganham R$ 13.300.

De acordo com Delarue, o governo federal se comprometeu a fazer essa equiparação salarial no ano passado. Os advogados da AGU (Advocacia Geral da União) também seriam contemplados nesse acordo. No entanto, com o fim da CPMF (Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira), as negociações foram suspensas.

"O governo se comprometeu a cumprir isso e não o fez", reclama.

A paralisação irá afetar os serviços de dúvidas sobre o Imposto de Renda, o desembaraço de importações e exportações e a arrecadação de impostos federais, já que irá cair o volume de autuações.

Em relação ao serviço de dúvidas do IR, ele afirmou que o serviço será transferido das unidades da Receita Federal para os escritórios dos sindicatos. São 73 delegacias sindicais em todo o país.

Fonte: Folha Online

quinta-feira, 14 de agosto de 2014

Greve de Docas, com operação padrão da guarda portuária, afetará os portos do Rio e Itaguaí no dia 19

14/08/14 07:56 AM

Está programada uma Greve de Advertência de 24 horas dos Funcionários da Cia. Docas do Rio de Janeiro – CDRJ, combinada com Operação Padrão da Guarda Portuária, com início às 07h00 do dia 19/08 e término as 07h00 do dia 20, que afetará os portos do Rio de Janeiro e Itaguaí. Segundo informações, a greve da administração se estenderá até o dia 21/08.

Essa greve de advertência foi motivada, porque a direção da CDRJ se nega a reabrir as negociações do Acordo Coletivo de Trabalho, uma ferramenta que propicia benefícios além da CLT aos funcionários da estatal. Segundo relatos, a direção da CDRJ não avançou nas negociações e se fechou para discussão com sindicato de questões simples de serem resolvidas.

terça-feira, 10 de junho de 2014

Liminar do STJ proíbe que auditores da Receita Federal façam greve

"MOVIMENTO PRECOCE"
10 de junho de 2014, 21:34h

A existência de reajustes salariais programados até janeiro de 2015 impede que auditores fiscais da Receita Federal paralisem suas atividades. Esse foi o entendimento do ministro Og Fernandes, do Superior Tribunal de Justiça, ao proibir que o sindicato da categoria organize qualquer ação que, direta ou indiretamente, interfira nas rotinas e condutas de âmbito interno e no tratamento ao público. A liminar, publicada nesta terça-feira (10/6), estabelece multa de R$ 400 mil por dia em caso de descumprimento.

Os trabalhadores já haviam decidido suspender a greve pelo país em assembleia promovida no dia 4 de junho, mas definiram a manutenção de uma operação chamada de “meta vermelha”, com a redução de indicadores definidos pela Receita em 50%. O ministro, porém, avaliou que a iniciativa demonstra “sérios indícios de abusividade”, por ainda vigorar tabela com reajustes salariais escalonados pela Lei 12.808/13 até janeiro de 2015, “o que ratifica o caráter precoce do movimento”.

AGU consegue no STJ proibição de operação-padrão e de greve dos fiscais da Receita Federal durante a Copa do Mundo

Publicado : 09/06/14

Foto: receita.fazenda.gov.br

A Advocacia-Geral da União (AGU) assegurou, no Superior Tribunal de Justiça (STJ), o pleno funcionamento da Receita Federal do Brasil durante a realização da Copa do Mundo FIFA 2014. A medida judicial foi adotada após anúncio dos auditores fiscais de que passariam a trabalhar em operação-padrão a partir do dia 10 de junho, dois dias antes do início do mundial.

Os advogados públicos identificaram o movimento a partir do resultado da assembleia nacional dos servidores, noticiada no site do Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais da Receita Federal do Brasil (Sindifisco), que aprovou a realização de operação padrão e operação-meta-vermelha nesta semana. Por considerar essenciais os serviços prestados pela categoria, a AGU requereu a atuação do STJ no caso.

quinta-feira, 29 de maio de 2014

Possibilidade de inicio de “operação-padrão” nas atividades de desembaraço aduaneiro em âmbito nacional a partir do próximo dia 10/06.

Conforme informe do amigo Joel da Custom, os AFRFBs estão mobilizados pela aprovação da PEC (Proposta de Emenda a Constituição) nº 555/2006, que prevê a extinção da cobrança de contribuição previdenciária aos aposentados, estabelecida em 2003.

Aproveitamos para informar que, conforme deliberação ocorrida ontem, 28/05, em Brasília/DF, há a possibilidade de inicio de “operação-padrão” nas atividades de desembaraço aduaneiro em âmbito nacional a partir do próximo dia 10/06.

As principais reivindicações são : reajuste salarial, regulamentação de adicional de fronteira e a aprovação da Lei Orgânica do Fisco (LOF).

Lá vêm as enxurradas de ações para prosseguimento dos despachos.

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Bom dia a todos.

FONTE: CANAL ADUANEIRO

quarta-feira, 19 de março de 2014

Auditores fiscais param recolhimento de tributos por 24 horas na Paraíba

Wagner Lima Do G1 PB

Durante as 24 horas desta quarta-feira (19), os 800 auditores fiscais da Paraíba paralisam as atividades, comprometendo as ações de fiscalização e arrecadação nos 15 postos fiscais, cerca de 30 coletorias e demais repartições públicas. Com a paralisação, serviços como os de recolhimento de tributos estaduais, abertura de processos nas coletorias até o pagamento de taxa específica durante o emplacamento de veículos no Departamento Estadual de Trânsito (Detran) serão afetados.

A paralisação de advertência foi aprovada em assembleia extraordinária como forma de protesto, segundo o presidente do Sindifisco-PB, Victor Hugo, devido às respostas que o governo do estado tem dado à entidade e a falta de investimentos na Receita Estadual.

sexta-feira, 6 de julho de 2012

Possível Paralisação das Agências Reguladoras.


Segue, abaixo comunicações emitidas pelo:
·      SINAGENCIAS (Sindicato Nacional dos Servidores da Agências Nacionais de Regulação), na figura de ANA, ANAC, ANATEL, ANCINE, ANEEL, ANP, ANS, ANTAQ, ANTT, ANVISA e DNPM, que discutem paralisar suas atividades por tempo indeterminado, a partir de segunda-feira dia 16/07/12, o que trará impactos a diversas atividades econômicas, inclusive às operações de nossos colegas Despachantes Aduaneiros.

·     SINDSEF-SP (Sindicato dos Trabalhadores no Serviço Público Federal do Estado de São Paulo), os Servidores Públicos Federais (SPFs) do estado de São Paulo aprovaram, por unanimidade, aderir a greve unificada da categoria a partir do dia 11 de julho.

sexta-feira, 29 de junho de 2012

Greve dos Auditores Fiscais ameaça empregos no Polo Indústrial de Manaus

A situação vem preocupando o setor econômico do Estado, empresas do Polo Industrial de Manaus (PIM), já falam até em demitir funcionários por conta dos prejuízos.
Manaus, 28 de Junho de 2012
ACRITICA.COM


Sem reposição salarial desde o ano de 2008, os Auditores Fiscais do Amazonas fazem parte do grupo de servidores públicos que estão em Estado de Greve.


A situação vem preocupando o setor econômico do Estado. Empresários do Polo Industrial de Manaus (PIM), já falam até em demitir funcionários por conta dos prejuízos.
Confira a reportagem completa assistindo o vídeo.

sexta-feira, 22 de junho de 2012

Fiscais seguram cargas em protesto

Folha de S. Paulo - 22/06/2012
CATEGORIA REIVINDICA REAJUSTE DE 30% NO SALÁRIO E ESTIMA PREJUÍZO DE R$ 150 MI AO DIA PARA O GOVERNO
Em seu 4º dia, operação-padrão de auditores da Receita causa transtornos no país; empresas preparam ações judiciais


ESTELITA HASS CARAZZAI
DE CURITIBA
KÁTIA BRASIL
DE MANAUS


A operação-padrão dos auditores fiscais da Receita Federal, que entrou ontem no quarto dia, continua causando transtornos à movimentação de cargas em portos e alfândegas pelo país.

A categoria reivindica reajuste de 30,18%. O governo, segundo o Sindifisco, não fez nenhuma proposta até agora. O governo pode deixar de arrecadar R$ 150 milhões por dia, estima o sindicato. A Receita não confirma.

Para José Augusto de Castro, diretor da Associação de Comércio Exterior do Brasil (AEB), a greve ainda aumenta custos para o exportador, que pagará mais para guardar produtos no porto. Também há o risco de parar linhas de produção e a possibilidade de perder o cliente que espera a mercadoria.

Os auditores fiscais estão passando pente-fino em todas as cargas dos canais amarelo e vermelho de exportação e importação -produtos que necessariamente passam por checagem de documentação, mas nem sempre pela conferência física da carga.

As empresas já preparam ações judiciais contra o governo para pedir a liberação das cargas retidas, de acordo com o Centro da Indústria do Estado do Amazonas (Cieam).

"Essa é uma medida preventiva para quem não pode ficar sem os insumos", afirmou o advogado Felippe Breda, do escritório Emerenciano, Baggio e Associados.

Em Foz do Iguaçu (PR), onde está o segundo maior porto seco do país, a fila de caminhões que aguardam o despacho ultrapassa a capacidade do local. Até ontem à tarde, havia 845 caminhões no pátio, que tem capacidade para cerca de 750.

Em Paranaguá (PR), a greve ainda não afetou significativamente a movimentação de mercadorias por causa das chuvas, que têm impedido o embarque e o desembarque.

Colaborou PRISCILLA OLIVEIRA, de Brasília

Lei, greve e chuva travam cargas no país

Folha de S. Paulo - 22/06/2012
ALÉM DA EXPECTATIVA DE ALTA NO CUSTO, SETOR ENCARA FILAS EM PORTOS E ATRASO NA LIBERAÇÃO DE PRODUTOS PELA RECEITA
Novas regras limitam número de horas que motoristas podem passar ao volante; fretes podem subir até 20%
DE SÃO PAULO


A nova lei que regulamenta a profissão dos caminhoneiros deve aumentar em 20% o custo do transporte rodoviário, responsável por movimentar 58% de tudo o que o Brasil produz, na avaliação de empresários do setor.

Na mesma semana em que as regras entram em vigor, outros dois obstáculos afetam a movimentação de cargas.

Um deles é a greve de auditores fiscais da Receita, que entrou ontem no quarto dia e emperra a liberação de mercadorias, principalmente na Zona Franca de Manaus e em Foz do Iguaçu.

Enquanto esperam resposta do governo ao pedido de reajuste, os auditores passam pente-fino em todos os produtos de exportação e importação, mesmo naqueles que, em condições normais, só seriam submetidos a checagem de documentos, e não à conferência física.

A greve não afeta ainda os portos de Paranaguá e Santos, mas isso porque os navios estão impedidos de descarregar sua carga, por causa do clima chuvoso, incomum para esta estação.

Com o tempo instável, os porões não podem ser abertos, sob pena de estragar as mercadorias. Em decorrência, os portos contabilizam filas recordes e algumas empresas já desistem de encomendas, porque não podem arcar com os custos da espera.

Se por um lado a greve e as chuvas atrapalham a movimentação de cargas por tempo determinado, a nova lei dos caminhoneiros deve provocar uma mudança histórica no transporte rodoviário, afirmam especialistas.

Ela institui descanso mínimo obrigatório para os motoristas, o que deverá tornar evidente a precariedade da infraestrutura do país, hoje camuflada pelas sobrejornadas ao volante.

GREVES E OPERAÇÃO PADRÃO ACONTECEM EM TODO O SERVIÇO PÚBLICO


A paralisação dos servidores do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária - Incra atinge pelo menos dez das 30 superintendências do órgão, segundo balanço da Confederação Nacional das Associações dos Servidores do Incra.


Os trabalhadores estão em greve por tempo indeterminado desde o dia 18 de junho de 2012.
A categoria reivindica reestruturação de carreira, reposição salarial de 22%, novas contratações por concurso público e melhoria das condições de trabalho.

Dirigente da confederação, Reginaldo Marcos Aguiar informou que até o dia 26 de junho de 2012 outras superintendências também devem aderir à paralisação. "As assembleias ainda estão acontecendo nos estados. Nossa expectativa é fazer a greve chegar a 70% ou até 90% dos locais de trabalho na próxima semana", disse Aguiar. "Hoje, a greve já atinge regiões que concentram mais da metade dos assentados no País."

Entre os serviços do Incra que devem ser afetados pela greve estão a regularização fundiária, a certificação de imóveis rurais, o acesso a crédito, a atualização cadastral de propriedades e os pedidos de aposentadoria de trabalhadores rurais.

NO ITAMARATY

Os funcionários do Ministério de Relações Exteriores aderiram à greve dos servidores públicos federais, iniciada na segunda-feira. Segundo o Sinditamaraty, é a primeira vez que o pessoal do MRE entra em greve.

De acordo com o Sindicato dos Servidores Públicos Federais no Distrito Federal - Sindisep-DF, aderiram à greve os funcionários dos Ministérios da Justiça, da Saúde, do Desenvolvimento Agrário, do Trabalho e Emprego, da Previdência Social, da Fundação Nacional da Saúde - Funasa), do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária - Incra) e do Arquivo Nacional, além de professores de universidades federais e auditores fiscais da Receita Federal, que, segundo o sindicato da categoria, não pararam, mas decidiram fazer uma operação padrão.

SEM BALANÇO

O Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão informou que não tem um levantamento dos órgãos que estão com atividades paralisadas e que os dados sobre a greve são de responsabilidade de cada órgão. Na Receita Federal, a informação é que ninguém do órgão falará sobre o movimento dos auditores.

Os servidores públicos federais reclamam que não existe uma contraproposta do governo para as reivindicações da categoria enviadas ao governo em janeiro, entre as quais um reajuste de salários que inclui no cálculo a inflação e a variação do Produto Interno Bruto - PIB, segundo informou José Milton Costa, da Confederação dos Trabalhadores no Serviço Público Federal - Condsef.

Fonte: DCI

DESEMBARAÇO FICARÁ TOTALMENTE RETIDO DUAS VEZES POR SEMANA NO PORTO DE SANTOS


Os Auditores-Fiscais do Porto de Santos decidiram no dia 20 de junho de 2012, que o desembaraço da unidade ficará totalmente paralisado dois dias por semana e, nos outros três, será realizada operação-padrão. A decisão foi tomada durante a reunião em que o presidente do Sindifisco Nacional, Pedro Delarue, participou para discutir estratégias de continuidade do movimento reivindicatório na unidade. Segundo informaram os participantes, a adesão ao movimento conta com 100% da Classe.
A reunião teve paticipação expressiva e contou com a presença do presidente da Delegacia Sindical São Paulo, Rubens Nakano; e do presidente da DS/Santos, Elias Carneiro Júnior.
Até a quarta-feira, o desembaraço no Porto de Santos estava totalmente represado.  Há informações de que de cerca 180 Declarações de Importação em canal vermelho e amarelo nos dois primeiros dias de mobilização, somente oito foram desembaraçadas.
Com a decisão de retenção total do desembaraço durante dois dias da semana, Santos está dando um passo à frente na mobilização. 
Delarue ressaltou que a unidade aduaneira de Santos é estratégica. “Temos que pensar em como realizar esse movimento com qualidade”, afirmou Delarue, que considerou que a decisão dos aduaneiros é uma sinalização importante para a categoria e para o Governo.
Também foi decidido que os setores responsáveis pelo avermelhamento das mercadorias direcionadas ao canal verde intensifiquem a retenção dos despachos para conferência física.
Assim como aconteceu na Delegacia da Receita Federal de Santos, o presidente do sindicato apresentou um panorama da mobilização em todo o país e discorreu também sobre a postura do Governo em relação às reivindicações da Classe. Foi repassado aos aduaneiros que o Executivo chamou a Classe para o embate e que sem luta não haverá sequer sinalização de reajuste.
Relevância – É importante destacar que o engajamento dos Auditores-Fiscais do Porto de Santos é estratégico para o movimento. A área de influência econômica do porto concentra mais de 50% do Produto Interno Bruto - PIB brasileiro e abrange principalmente os estados de São Paulo, Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. Aproximadamente, 90% da base industrial paulista está localizada a menos de 200 quilômetros do porto santista.
O Complexo Portuário de Santos responde por mais de um quarto da movimentação da balança comercial do país e inclui na pauta de suas principais cargas produtos como o açúcar, soja, cargas conteinerizadas, café, milho, trigo, sal, polpa cítrica, suco de laranja, papel, automóveis, álcool e outros granéis líquidos.
ADUANA
A suposta separação da Aduana da RFB também foi discutida durante a reunião. A possibilidade veio à tona na medida em que o movimento dos Auditores-Fiscais crescia e sinalizava para a paralisação. Para Delarue, “essa é mais uma forma de pressão em cima da Classe para frear o movimento”.
No entanto, Delarue informou que o Sindicato e a própria Administração buscam informações concretas a respeito do assunto. “O que posso dizer é que a discussão sobre esse assunto não existe de forma oficial, por enquanto, dentro da Casa Civil ou do Ministério da Fazenda, o que não quer dizer que não há intenção por parte de alguém próximo ao Governo Central”, comentou.
Fonte: Sindifisco Nacional

terça-feira, 19 de junho de 2012

Greve de auditores-fiscais já atrasa cargas e processos


BRASÍLIA – Os auditores-fiscais da Receita Federal começaram a trabalhar em operações-padrão por tempo indeterminado. Segundo o Sindifisco, no primeiro dia da paralisação, segunda-feira, já houve atraso na liberação de cargas e na movimentação de processos em todas as zonas primárias (áreas de carga e descarga de cargas ou embarque e desembarque de passageiros).


Nas mais importantes –como Espírito Santo, Paranaguá, Santos, Manaus, Foz do Iguaçu, Uruguaiana, São Paulo, Salvador, Cumbica e Viracopos–, foram atendidas somente prioridades.

No aeroporto de Viracopos, em Campinas, chegou a ocorrer a paralisação total por algumas horas na manhã desta terça-feira. O movimento tem adesão total dos fiscais em todo país, que somam 10.500 profissionais na ativa.

Segundo o Sindifisco, a operação não é voltada para o contribuinte pessoa física e não irá afetar as atividades da Rio +20, conferência ambiental da ONU (Organização das Nações Unidas), que acontece até sexta-feira (22).

Os servidores da Receita pedem reajuste de 30,19% nos salários. A categoria já havia feito uma primeira mobilização de advertência, nos dias 9 e 30 de maio e outra nos dias 12 e 13 de junho. Mas, segundo o sindicato, o governo “manteve silêncio em relação aos pleitos apresentados”.

A Receita Federal, por meio da assessoria de imprensa, informou que não vai se manifestar sobre o assunto.
Fonte: Folha de S.Paulo

segunda-feira, 18 de junho de 2012

“INFELIZMENTE, TEMOS QUE PARTIR PARA A GREVE”, AFIRMOU O PRESIDENTE DO SINDIFISCO


"Infelizmente, temos que partir para a greve". A declaração do presidente do Sindifisco Nacional, Pedro Delarue, foi feita durante a reunião das entidades integrantes da Campanha Salarial Conjunta, no dia 15 de junho de 2012, na sede da Unacon Sindicato Nacional dos Analistas e Técnicos de Finanças e Controle Sindical. Os Auditores-Fiscais realizarão, a partir de hoje, dia 18 de junho, a operação-padrão e crédito zero por tempo indeterminado.

O que motivou o presidente do Sindifisco a disparar a afirmação foi o resultado das reuniões realizadas entre o Governo e algumas representações sindicais no decorrer da semana. Segundo presidentes das entidades que se reuniram com o Governo, o secretário de Relações do Trabalho do Ministério do Planejamento mais uma vez não apresentou proposta às reivindicações das carreiras e não deu uma previsão de data para apresentar algo de concreto. “De fato, o Governo está nos empurrando para a greve”, disse o presidente da Unacon, Rudinei Marques.
O Presidente do Sindifisco Nacional, Pedro Delarue (esq.) durante a reunião com a base sindical que definil a paralização.
Esse também é o sentimento dos representantes de todas as carreiras da Campanha Conjunta. O engajamento dos membros das carreiras de Estado vem ganhando corpo a cada dia. Assim como os Auditores-Fiscais da RFB (Receita Federal do Brasil) e do Trabalho, Advogados da União, Delçegados da PF, servidores do Banco Central, do Ciclo de Gestão, entre outros, se mobilizarão já no dia 18 de junho.
“Nós, Auditores-Fiscais da Receita Federal do Brasil, estamos conscientes de que a greve é necessária. Se tivermos que arrastar a paralisação por meses, isso vai acontecer”, disse Delarue. “Interrupção do fluxo normal do trabalho para que o Governo se conscientize da relevância das carreiras para pleno funcionamento do Estado Brasileiro: essa é linguagem que ele (o Governo) irá entender”, acrescentou o presidente do Sindifisco.
As entidades decidiram realizar uma manifestação conjunta no dia 28 de junho em frente ao Ministério do Planejamento para cobrar uma posição imediata do Governo sobre a Campanha Salarial.
Fonte: Sindifisco Nacional

segunda-feira, 4 de junho de 2012

Paralisação por tempo indeterminado tem aprovação maciça dos Auditores-Fiscais

CAMPANHA SALARIAL
Aline Matheus
Sex, 01 de Junho de 2012 16:55
Fonte: Sindifisco Nacional
Agora é oficial. Os Auditores-Fiscais da RFB (Receita Federal do Brasil) vão realizar uma paralisação por tempo indeterminado a partir do dia 18 de junho. Essa foi a principal deliberação da Assembleia Nacional da Classe realizada no dia 30 de maio. Três mil, duzentos e cinco Auditores participaram da votação. A maior presença em Assembleia desde a Campanha Salarial de 2008, em se tratando de assuntos ligados à mobilização da Classe. Se considerada a quantidade de Auditores-Fiscais em férias e em trabalho remoto, é possível afirmar que cerca de 50% da Classe que poderia participar da Assembleia marcou presença e se fez ouvida.
Os filiados aprovaram com 97,47 % de votos a realização de mobilização de advertência nos dias 12 e 13 de junho. Conforme definido pela Assembleia, o protesto se realizará com operação-padrão na zona primária e crédito zero na zona secundária, como estratégia de protesto, proposta que recebeu 97,69% dos votos.
A paralisação por tempo indeterminado a partir do dia 18 recebeu a aprovação de 78,80% dos votantes. Ou seja, a adesão ao movimento é total. Os Auditores-Fiscais não estão dispostos a esperar indefinidamente por uma proposta do Governo. A Classe exige valorização e vai usar todas as armas para alcançar seu objetivo.
A Assembleia definiu que a paralisação a ser iniciada no dia 18 se dará dentro da repartição e com assinatura de ponto (89,98%). Por fim, os Auditores-Fiscais aprovaram a realização de uma Plenária Nacional com foco na Campanha Salarial, nos dias 26 e 27 de junho (85,97%), em São Paulo, com recursos do Fundo de Mobilização (85,53%). Além disso, 68,05% dos votantes, decidiram pela não realização de esforço extraordinário para eventos internacionais no período da mobilização.
Os números da Assembleia não deixam dúvidas acerca da indignação dos Auditores-Fiscais da RFB. A Classe espera agora que o Executivo reconheça o empenho de todos os que fazem com que a RFB, mesmo em tempos de crise, cumpra metas e propicie recordes de arrecadação, deixando a economia nacional em posição confortável em relação ao cenário internacional.
A imprensa e a sociedade reconhecem a excelência dos serviços prestados pelos Auditores-Fiscais. A DEN (Diretoria Executiva Nacional) lamenta que o Governo não tenha a mesma visão e que a sociedade seja atingida pelos reflexos de uma paralisação. Mas a radicalização do Governo, que optou pelo silêncio em vez da negociação, obriga a Classe a tomar uma atitude.


Boletim Informativo - Ano III Nº 674, 4/6/2012 

quinta-feira, 10 de maio de 2012

PARALISAÇÃO DOS AUDITORES FISCAIS PREJUDICA TRABALHO DOS DESPACHANTES ADUANEIROS


Os auditores fiscais da Receita Federal do Brasil – RFB realizaram no dia 9 de maio de 2012 uma paralisação de "mobilização de advertência" para reivindicar aumento salarial.

As ações foram previstas durante a reunião da Comissão da Coordenação do Terminal de Carga Aérea – CCT do Aeroporto Internacional de São Paulo/Guarulhos. As manifestações foram realizadas na zona primária, denominadas como “Operação Padrão”, com crédito zero e não tiveram acesso aos sistemas da zona secundária.

Segundo o Sindifisco Nacional – Sindicato dos Auditores Fiscais da Receita Federal do Brasil, a greve é uma forma de acelerar uma possível negociação salarial com o Governo Federal. “É preciso ter em mente que somente a pressão de um movimento articulado nacionalmente possibilitará avanços nas tratativas com o Executivo”, segundo comunicado emitido pela Diretoria da Entidade.

Para o presidente do Sindicato dos Despachantes Aduaneiros de São Paulo – Sindasp, Valdir Santos, essa paralisação prejudicará ainda mais o trabalho dos Despachantes Aduaneiros. “Além da ‘Operação Maré Vermelha’, tivemos a surpresa da ‘Operação Padrão’ dos auditores fiscais da Receita Federal, complicando ainda mais as atividades dos Despachantes Aduaneiros”, enfatizou.

O presidente do Sindasp disse ainda que a entidade está acompanhando o desdobramento desta ação. Além da paralisação, os auditores fiscais programam uma assembleia no dia 17 de maio de 2012, para definir uma  nova mobilização de advertência para acontecer no dia 30 de maio.

Reportagem
Paulo Prendes
Edição
Lenilde De Léon

terça-feira, 8 de maio de 2012

Dia 9: Operação-padrão e Crédito Zero


Ana Flávia Câmara
Fonte: Sindifisco

A DEN (Diretoria Executiva Nacional) reforça a importância das DS (Delegacias Sindicais) consolidarem laços com outras entidades representativas de servidores de carreiras estratégicas para o Estado brasileiro a fim de fortalecer a Campanha Salarial Conjunta 2012.

É preciso ter em mente que somente a pressão de um movimento articulado nacionalmente poderá possibilitar avanços nas tratativas com o Executivo, por isso é preciso intensificar a mobilização do dia 9 de maio, Dia Nacional de Mobilização de Advertência.

O CNM (Comando Nacional de Mobilização) deliberou que as manifestações na data devem se dar com a realização de operação-padrão, na zona primária, e com crédito zero e não acesso aos sistemas, na zona secundária.

As manifestações conjuntas das carreiras do serviço público dão coesão e demonstram a força dos servidores. A falta de reajuste para as carreiras, aliada ao crescente sucateamento das estruturas de trabalho está insuflando os servidores ao endurecimento.

Por isso, as atividades do dia 9 devem se somar à convocação de uma assembleia no dia 17 de maio, com indicativo de nova mobilização de advertência, em 30 de maio. Um trabalho efetivo de comunicação para divulgação e chamamento da Classe para ações como essas é que vai engajá-la ao movimento.

O Governo vem endurecendo com os servidores. Basta lembrar a recente aprovação da Lei que cria a Funpresp (Fundação de Previdência Complementar do Servidor Público Federal). A instituição da lei, além de retirar direitos dos servidores (aposentadoria integral), joga seu patrimônio ao vento.

É preciso fazer com que o Governo entenda que é chegado o momento de atender a pauta de reivindicações das carreiras estratégicas de Estado.
Boletim Informativo - Ano III Nº 654, 7/5/2012


quarta-feira, 2 de maio de 2012

Greve pode piorar situação do aeroporto de Londres



As tentativas de reduzir as filas de imigração no aeroporto de Heathrow, em Londres, antes da Olímpiada, sofreram um novo golpe na quarta-feira, quando um segundo sindicato que representa os funcionários da imigração anunciou uma greve para 10 de maio, ameaçando aumentar ainda mais o tempo de espera para as pessoas que chegam aos aeroportos britânicos.
O Sindicato dos Serviços de Imigração, que representa 4.500 funcionários da imigração e alfândega, disse que notificou o governo sobre sua intenção de realizar uma greve de 24 horas em 10 de maio, ligada a uma disputa sobre reforma de pensões. Ele junta-se ao Sindicato dos Serviços Públicos e Comerciais, que representa 12.000 empregados da Agência de Fronteiras e já havia anunciado uma greve para o mesmo dia. Ambos os sindicatos disseram que não descartam fazer outra greve em junho se não houver um acordo.
O anúncio acontece um dia depois que o governo começou a tomar medidas para trazer mais funcionários de imigração para Heathrow, visando aliviar a falta de pessoal responsável por esperas de duas horas ou mais no setor de controle de passaporte do aeroporto.
O governo está intervindo para sanar o problema antes que esse aeroporto internacional, o mais movimentado do mundo, tenha que absorver um número estimado de 600.000 visitantes estrangeiros que virão assistir aos Jogos Olímpicos em julho — tarefa que ele terá que realizar lidando com a escassez de pessoal na imigração.
O governo decidiu, na terça-feira, contratar mais agentes para lidar com a esperada multidão de visitantes, depois dos cortes de pessoal feitos pela Agência de Fronteiras do país para atender à ampla campanha de austeridade do governo.
A agência, responsável pelo controle de passaportes em todos os portos de entrada, está sendo forçada a reduzir seu orçamento em 20% até 2015, como parte dos cortes de gastos de 79 bilhões de libras (US$ 128,5 bilhões) que o governo está implementando para combater o déficit orçamentário do país.
O Sindicato de Serviços Públicos e Comerciais, ou PCS na sigla em inglês, disse que a Agência de Fronteiras já cortou 5.500 dos 7.000 postos de trabalho que pretende eliminar.
Os problemas vêm aumentado há semanas, e celebridades, políticos e estrelas do esporte — além de passageiros comuns — têm mandado tweets relatando esperas de duas horas ou mais para passar pelo controle de passaporte no aeroporto.
As companhias aéreas e a BAA, a operadora de Heathrow, entraram na disputa, alegando que o problema está prejudicando a reputação da Grã-Bretanha como destino turístico e de negócios em um momento crucial.
A relação do governo com as aéreas e com líderes empresariais já estava estremecida, desde que a coalizão governamental anterior barrou os planos da BAA para construir uma terceira pista.
Com o governo intensificando sua resposta à crise, o ministro da Imigração, Damian Green, foi para Heathrow na terça-feira para prometer pessoal extra, transferido de outros aeroportos britânicos.
O problema também aterrissou na mesa do primeiro-ministro David Cameron.
"Sem dúvida, uma espera de mais de 90 minutos no controle de passaportes é um tempo longo demais", disse um porta-voz de Cameron.
O sindicato PCS disse que o governo precisa dar uma solução de longo prazo para o problema, que vá além da Olimpíada.
"Trazer pessoal de outras áreas de uma agência já sobrecarregada é como colocar um esparadrapo num ferimento grave; não poderá impedir que o inevitável aconteça", disse Mark Serwotka, secretário-geral do sindicato.
"Todos podem ver que a obsessão do governo com a austeridade não está dando certo. O que [a Agência de Fronteira] precisa é de mais pessoal, não de mais cortes", acrescentou.