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terça-feira, 20 de janeiro de 2015

Balança comercial : Déficit no ano é de US$ 1,462 bilhão

Brasil Econômico - 20/01/2015
ABr

A balança comercial registrou déficit de US$ 479 milhões na terceira semana de janeiro, segundo o Ministério do Desenvolvimento. O resultado elevou para US$ 1,462 bilhão o déficit acumulado nas três primeiras semanas do ano. No período, o país exportou US$ 7,515 bilhões, queda de 6,2% pela média diária em relação a janeiro de 2014. As importações somaram US$ 8,977 bi, recuo de 10,6%.

segunda-feira, 12 de janeiro de 2015

Exportações em janeiro são de US$ 3,854 bilhões

Brasília (12 de janeiro) – Com seis dias úteis, as duas primeiras semanas de janeiro (1° a 11) tiveram exportações de US$ 3,854 bilhões (média diária de US$ 642,3 milhões) e importações de US$ 4,837 bilhões (média de US$ 806,2 milhões) resultando num saldo comercial negativo de US$ 983 milhões. Na primeira semana (1° a 4), que teve um dia útil, os embarques brasileiros ao exterior somaram US$ 393 milhões e as compras externas foram de US$ 515 milhões, com déficit de US$ 122 milhões. Já a segunda semana (5 a 11), com cinco dias úteis, teve exportações de US$ 3,461 bilhões (média de US$ 692,2 milhões) e importações de US$ 4,322 bilhões (média de US$ 864,4 milhões), o que levou a um saldo negativo de US$ 861 milhões.

Mês

Em relação à média de exportações registrada em janeiro de 2014 (US$ 728,5 milhões), as vendas externas até a segunda semana deste mês tiveram redução de 11,8%. Contribuiu para este resultado a queda de 33,2% das vendas externas de bens manufaturados, principalmente de tubos de ferro fundido, automóveis de passageiros, motores para veículos e partes, autopeças, motores e geradores elétricos. Ainda em comparação com o mesmo período de 2014, houve queda de 2,5% nas exportações de produtos básicos como minério de ferro, carne suína, arroz em grãos, fumo em folhas, carnes salgadas, carne bovina, carne de peru e soja em grão. Em relação aos semimanufaturados, foi registrado aumento de 12,4% nas exportações, principalmente de óleo de dendê em bruto, ouro em forma semimanufaturada, semimanufaturados de ferro ou aço, óleo de soja em bruto e ferro fundido.

terça-feira, 6 de janeiro de 2015

Cresce número de exportadores em 2014

Brasília (5 de janeiro) – Em 2014, o número de exportadores brasileiros cresceu pelo segundo ano consecutivo. De janeiro a dezembro do ano passado, 19.250 empresas brasileiras realizaram vendas ao exterior. Foram 441 a mais que em 2013 (18.809), um crescimento de 2,3%. O valor total exportado pelo Brasil em 2014 chegou a US$ 225,101 bilhões (média diária de US$ 889,7 milhões). Pela média, houve redução de 7% sobre as exportações de 2013 que totalizaram US$ 242,034 bilhões (média de US$ 956,7 milhões). As importações, no período, foram de US$ 229,031 bilhões (média de US$ 905,3 milhões), o que representa uma queda de 4,4% em relação à média diária do mesmo período anterior, quando as compras externas foram de US$ 239,650 bilhões (média de US$ 947,2 milhões).

A corrente de comércio, soma de importações e exportações, foi de US$ 454,132 bilhões no ano (média de US$ 1,795 bilhão), com diminuição de 5,7% em relação à média de 2013 (US$ 1,903 bilhão). O saldo comercial em 2014 ficou negativo em US$ 3,93 bilhões. Na entrevista coletiva para comentar os dados de 2014, o secretário de Comércio Exterior Daniel Godinho explicou que o déficit da balança comercial representa 1,7% do total exportado no período. Godinho atribuiu o resultado negativo a três fatores principais: à queda no preço das commodities, ao cenário internacional desfavorável - com destaque para a recessão econômica argentina - e ao déficit na conta petróleo.

Com a queda no preço das commodities em 2014, as exportações brasileiras deixaram de arrecadar US$ 12,9 bilhões a preços de 2013. “Chamo atenção que, apenas em relação ao minério de ferro, houve uma perda de US$ 8 bilhões em função da queda de preço”, disse. Em 2014, a queda do preço médio do minério de ferro foi de 47%, atingindo o menor nível desde 2009. As causas, segundo Godinho, foram o aumento da produção mundial e da demanda menos aquecida globalmente, principalmente da China. “Apesar do aumento de 15 milhões de toneladas na quantidade exportada, a queda de preço fez com que tivéssemos uma receita 20% inferior em relação à exportação deste produto”, detalhou.

Sobre o cenário internacional, o secretário analisou que dos 15 principais mercados de destino das exportações brasileiras, dez registraram quedas nas suas importações totais do mundo. “Nos mercados em que houve crescimento, ele foi moderado e nos mercados em que houve queda, esta foi mais acentuada”, disse. O secretário ainda avaliou a retração das exportações para a Argentina. “Num cenário de redução de atividade econômica e consequente queda de renda, os produtos que mais têm seu consumo diminuído são justamente os manufaturados, que são os produtos da pauta de exportações brasileiras para a Argentina”, comentou.

Em relação à conta petróleo, o déficit que era de US$ 5 bilhões, em 2012, passou para 20 bilhões em 2013, com produção e exportação menores e maiores importações. Em 2014, houve redução do déficit. “Conforme esperado, tivemos aumento de produção de petróleo no ano passado, e com isso aumentaram as exportações brasileiras em 13,9%. Houve redução nas importações de 1,5%, mas o impacto na balança comercial ainda é expressivo com déficit de US$ 16,6 bilhões” disse.

Um dos destaques positivos do ano foram os Estados Unidos que tornaram-se o principal destino dos produtos manufaturados brasileiros (US$ 13,7 bilhões) superando a Argentina (US$ 12,8 bilhões). “Temos uma gradual retomada do dinamismo econômico norte-americano com expansão de 3,4% de suas importações do mundo, mas o Brasil conseguiu avançar mais nas suas exportações para aquele mercado, registrando um crescimento de 9,8% em suas vendas para os EUA”, afirmou o secretário.

Godinho também destacou que, dos dez principais produtos da pauta brasileira, sete tiveram recordes de exportações. Entre os destaques em 2014, estão a soja mesmo triturada, com US$ 23,2 bilhões (crescimento de 2% em relação a 2013), farelos e resíduos da extração do óleo de soja (US$ 7 bilhões; crescimento de 3,1%), carne bovina congelada, fresca ou refrigerada (US$ 5,7 bilhões; crescimento de 8,1%) e celulose (US$ 5,2 bilhões; crescimento de 2,2%).

Cenários para 2015

O secretário de Comércio Exterior do MDIC afirmou que o resultado da balança comercial em 2015 será soma de vários fatores. Entre os aspectos positivos é esperada uma redução maior do déficit na conta petróleo em função do efeito combinado do aumento da produção brasileira e queda dos preços internacionais. Além disso, o crescimento econômico dos EUA (previsto para 3,1% contra 2,2 % em 2014) deve influenciar as exportações brasileiras de manufaturados e a taxa de câmbio deve ser mais favorável às exportações.

Godinho também projetou que a safra brasileira de grãos deve ser recorde e romper a barreira das 200 milhões de toneladas. Também haverá aumento da produção de minério de ferro. Os desafios, segundo o secretário, continuarão sendo o preço reduzido das commodities, o cenário internacional desaquecido e o menor crescimento da economia chinesa. “O MDIC e sua nova equipe se empenharão bastante para alcançar, via aumento das exportações, um resultado positivo para 2015”, disse o secretário ao informar que permanecerá no cargo nesta administração.

Confira os dados da balança comercial

Fonte: Assessoria de Comunicação Social do MDIC

terça-feira, 2 de dezembro de 2014

Governo já prevê que balança comercial terá déficit este ano

O Globo - 02/12/2014
Em novembro, importações superaram exportações em US$ 2,35 bi
ELIANE OLIVEIRA

BRASÍLIA- A balança comercial apresentou um déficit de US$2,35 bilhões em novembro, o pior para o mês em toda a história do comércio exterior brasileiro. O resultado levou o governo a admitir ontem, pela primeira vez, que após 14 anos de superávits anuais, a balança fechará no vermelho em 2014. A última vez em que a balança fechou com saldo negativo foi em 2000, quando as importações superaram as exportações em US$ 732 milhões.— O resultado de novembro é o divisor de águas para nossa expectativa. Embora, tradicionalmente, o número de dezembro seja superavitário, ainda assim não esperamos mais um resultado positivo. Houve mudança de expectativa de superávit, mesmo pequeno, para déficit — disse o diretor do departamento de Estatística e Apoio à Exportação do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), Roberto Dantas.

quinta-feira, 6 de novembro de 2014

Em outubro, Brasil registra maior ingresso de dólares em 17 meses

A entrada de dólares na economia brasileira superou a retirada de recursos no país em US$ 6,92 bilhões em outubro, segundo informações divulgadas pelo Banco Central nesta quarta-feira (5). Somente na semana passada, US$ 3,89 bilhões entraram no país. De acordo com a autoridade monetária, foi o maior ingresso líquido de recursos na economia brasileira, para um mês fechado, em 17 meses, ou seja, desde maio de 2013 - quando foi registrado o aporte de US$ 10,75 bilhões no Brasil.

Já o resultado parcial de 2014 ficou mais superavitário ainda em dólares. No acumulado dos dez primeiros meses deste ano, US$ 8,27 bilhões entraram na economia brasileira. No mesmo período do ano passado, houve retirada de US$ 6 bilhões do Brasil.

Contas comercial e financeira

O fluxo cambial brasileiro possui duas contas: a comercial, na qual são fechados os contratos de câmbio para operações de exportação e importação, e a conta financeira, que inclui as demais operações, como os investimentos estrangeiros diretos e os recursos para aplicações financeiras, além das remessas de lucros e dividendos (parcelas dos lucros) e empréstimos tomados no exterior, entre outros.

quinta-feira, 2 de outubro de 2014

Brasil exportou US$ 19,6 bilhões em setembro

Brasília (1° de outubro) – As exportações brasileiras no mês de setembro foram de US$ 19,6 bilhões, com média diária de US$ 891,7 milhões, conforme informou hoje o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC). Pela média, houve uma redução de 10,2% na comparação com o número registrado no mesmo período do ano passado (US$ 992,9 milhões). As importações mensais foram de US$ 20,6 bilhões. Pelo resultado médio diário (US$ 934,4 milhões), houve aumento de 4% em relação ao valor do mesmo mês de 2013 (US$ 898 milhões). Com estes resultados, a corrente de comércio mensal somou US$ 40,2 bilhões e houve déficit de US$ 939 milhões.

No acumulado do ano, as exportações foram de US$ 173,6 bilhões, com redução, pela média diária, de 1,7% em relação ao mesmo período do ano passado. As importações foram de US$ 174,3 bilhões, com redução de 2,2% neste mesmo comparativo. A corrente de comércio, em 2014, soma US$ 348 bilhões e o saldo comercial anual está negativo em US$ 690 milhões.

terça-feira, 9 de setembro de 2014

Déficit comercial do Brasil com os EUA inverte tendência e cai 25% este ano

por RedacaoT1
Imagem: Valor

Imagem: Valor

O déficit comercial brasileiro com os Estados Unidos diminuiu 25% neste ano entre janeiro e agosto, saindo dos US$ 7,77 bilhões vistos neste período em 2013 para US$ 5,81 bilhões neste ano.

A recuperação da economia norte-americana e o aumento da exportação de petróleo e aeronaves devem frear a tendência de ampliação do saldo negativo no comércio bilateral registrada nos últimos oito anos, com exceção de 2012, de acordo com os dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (Mdic).

Balança tem déficit de US$ 771 milhões na primeira semana de setembro

por RedacaoT1
Foto: REUTER/Aly Song
Foto: REUTER/Aly Song

A balança comercial brasileira teve um déficit de US$ 771 milhões na primeira semana de setembro, informou hoje o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (Mdic). Foram US$ 4,336 bilhões em exportações e US$ 5,107 bilhões em importações.

Dessa forma, o resultado acumulado no ano voltou a ser deficitário e está negativo em R$ 524 milhões.

A média diária das exportações caiu 12,7% na primeira semana de setembro quando comparada com todo o mês de 2013, passando de US$ 992,9 milhões para US$ 867,2 milhões. Esse resultado se deve a uma queda na venda de produtos básicos, semimanufaturados e manufaturados.

terça-feira, 12 de agosto de 2014

Balança tem déficit de US$ 336 milhões nas primeiras semanas de agosto

RedacaoT1
Foto: Dado Galdieri/Bloomberg
Foto: Dado Galdieri/Bloomberg
A balança comercial brasileira teve um déficit de US$ 336 milhões entre os dias 1º e 10 de agosto, informou hoje o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (Mdic). Esse número é resultado de US$ 5,455 bilhões em exportações e US$ 5,791 bilhões em importações. No ano, a balança é deficitária em US$ 1,255 bilhão.
Considerando apenas a primeira semana de agosto (1 a 3), as exportações somaram R$ 1,148 bilhão e as importações, US$ 978 milhões, resultado em superávit comercial de U$ 170 milhões. Já na segunda semana (entre os dias 4 e 10), as vendas do país ao exterior totalizaram R$ 4,307 bilhões e as compras US$ 4,801 bilhões, fazendo que essa conta ficasse negativa em US$ 506 milhões.
A média diária das exportações caiu 6,6 % nas duas primeiras semanas de agosto quando comparada com todo o mês período de 2013, passando de US$ 973,8 milhões para US$ 909,2 milhões. Esse resultado se deve a queda das exportações de produtos manufaturados e semimanufaturados.

terça-feira, 8 de julho de 2014

Balança tem superávit de US$ 1,28 bi em sete dias

Redacao T1


Foto: Ivan Pacheco

A balança comercial brasileira teve superávit de US$ 1,289 bilhão na primeira semana de julho, o melhor resultado semanal em 2014. Foram US$ 4,234 bilhões em exportações e US$ 2,945 bilhões em importações.

No ano, a balança apresenta déficit de US$ 1,202 bilhão, segundo dados divulgados ontem pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (Mdic).

A média diária das exportações subiu 17% na primeira semana de julho quando comparada com todo o mês de 2013, passando de US$ 904,7 milhões para US$ 1,059 bilhão.

Esse resultado se deve à alta nas vendas de produtos básicos e semimanufaturados, que cresceram 31% na média diária na primeira semana de julho quando comparada com todo o sétimo mês de 2013, e 32,9%, respectivamente.

Os principais crescimentos em produtos básicos foram em soja em grão, petróleo bruto, minério de cobre, café em grão, carne bovina e bovinos vivos. A alta dos semimanufaturados foi puxada por ferro/aço, açúcar bruto e couros e peles.

Os bens manufaturados tiveram queda de 3,9% na mesma comparação. As maiores queda foram em plataforma de produção de petróleo e gás, automóveis de passageiros, óleos combustíveis, veículos de carga, autopeças e etanol.

As importações diminuíram 25,4% na primeira semana de julho (US$ 736,3 milhões) quando comparada com a média de julho de 2013 (US$ 987,2 milhões).

Recuaram as importações, principalmente, de combustíveis e lubrificantes (-58,1%), veículos automóveis e partes (-32,6%), equipamentos mecânicos (-25,1%), borracha e obras (-23,2%), siderúrgicos (-21,1%) e aparelhos eletroeletrônicos (-18,5%).

Fonte: Valor Econômico, Por Lucas Marchesini

segunda-feira, 28 de abril de 2014

Exportação cai 6,2% no 1 º tri e saldo negativo vai a US$ 18,8 bi

Valor Econômico - 28/04/2014
Marta Watanabe

A balança da indústria de transformação continua a sofrer deterioração. No primeiro trimestre, o déficit comercial chegou a US$ 18,8 bilhões de janeiro a março deste ano. No mesmo período do ano passado, o saldo negativo era de US$ 16,3 bilhões. A deterioração maior ocorreu porque a importação da indústria aumentou 1,1% enquanto a exportação caiu 6,2%. O levantamento é do Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial (Iedi).

O estudo, de autoria do economista do Iedi, Rogério César de Souza, analisa os desempenhos de exportação e importação olhando setores industriais de acordo com sua intensidade tecnológica.

terça-feira, 22 de abril de 2014

Balança comercial apresenta saldo de US$ 97 milhões em abril

Brasília (22 de abril) – Com quatro dias úteis, a terceira semana de abril teve saldo comercial positivo de US$ 45 milhões. No período, as exportações foram de US$ 3,851 bilhões, com média diária de US$ 962,8 milhões. Este resultado é 1,5% superior à média de US$ 948,3 milhões, registrada até a segunda semana do mês. Neste comparativo, houve crescimento nas exportações de produtos manufaturados (7,3%), com destaques para aviões, óxidos e hidróxidos de alumínio, autopeças, motores e geradores e motores para veículos e partes. Entre os básicos (0,3%), o aumento se explica pelas vendas de minério de ferro, farelo de soja, carne de frango e bovina, e café em grão. Por outro lado, houve retrocesso nas exportações de semimanufaturados (-2,9%), por conta, principalmente, de açúcar em bruto, ouro em forma semimanufaturada e couros e peles.

As importações, na terceira semana de abril, foram de US$ 3,806 bilhões, com média diária de US$ 951,5 milhões. Pelo resultado médio diário, houve aumento de 0,9% em comparação com a média verificada até a segunda semana do mês (US$ 942,6 milhões). Cresceram os gastos com combustíveis e lubrificantes, equipamentos mecânicos, plásticos e obras, e farmacêuticos. A corrente de comércio somou US$ 7,657, com desempenho médio diário de US$ 1,914 bilhão.

quinta-feira, 17 de abril de 2014

Química inicia ano com preços reduzidos e auxilia a balança

Brasil Econômico - 17/04/2014

A indústria química e farmoquímica, setor de maior peso na balança comercial, responsável por 18% das importações, à frente dos ele- troeletrônicos, iniciou o ano com um desempenho favorável para o comércio exterior. Por causa da re­dução média de preços de seus produtos de 6%, comparada a igual período de 2014, o valor das importações caiu 3,7%, mesmo diante de um aumento do volume de compras de 2,2%, segundo da­dos da Associação Brasileira da In­dústria Química (Abiquim). A di­ferença entre queda de custo e al­ta da demanda se explica no câm­bio, após cerca de um ano de valo­rização do dólar frente ao real. Es­sa é uma "boa notícia para o gover­no", considerando o registro, em 2013, do pior saldo da balança co­mercial desde 2000, de US$ 2,56 bilhões, salienta o economista do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) Fernando Ribeiro.

segunda-feira, 14 de abril de 2014

Saldo comercial brasileiro está superavitário em abril

Brasília (14 de abril) – Na segunda semana de abril (7 a 13), com cinco dias úteis, as exportações brasileiras atingiram US$ 4,672 bilhões, com média diária de US$ 934,4 milhões. As importações, no período, foram de US$ 4,150 bilhões, com desempenho médio diário de US$ 830 milhões. Com esses resultados, a balança comercial registrou superávit semanal de US$ 522 milhões, com média diária de US$ 104,4 milhões, e corrente de comércio de US$ 8,822 bilhões (média de US$ 1,764 bilhão).

Pela média, as exportações diminuíram 3,3% em relação ao resultado verificado na primeira semana do mês (US$ 965,8 milhões). Houve retração nas vendas de produtos semimanufaturados (-11,4%), por conta de açúcar em bruto, couros e peles, ouro em forma semimanufaturada e semimanufaturados de ferro ou aço. Entre os básicos (-3,2%), a queda se explica em razão de soja em grão, petróleo, carne suína e milho em grão. Nos manufaturados (-2,6%), a redução se deu principalmente entre etanol, óleos combustíveis, autopeças, motores para veículos e partes açúcar refinado.

quinta-feira, 10 de abril de 2014

Editorial - Balança comercial é ponto frágil das contas externas

Valor Econômico - 10/04/2014

O desempenho do comércio exterior no primeiro trimestre acendeu o sinal amarelo nas contas externas. A balança comercial teve, em março, o primeiro saldo positivo do ano, de apenas US$ 112 milhões. O pequeno superávit, o pior desempenho para o mês desde 2001, foi insuficiente para compensar os resultados negativos dos meses anteriores e o primeiro trimestre acumula o maior déficit em 20 anos, de US$ 6,1 bilhões.

Há expectativa que os números melhorem nos próximos meses, mas há problemas pela frente. Um importante parceiro comercial, a Argentina, está com a capacidade de comprar bastante limitada. As exportações de petróleo estão baixas. O câmbio, que ficou favorável às exportações no início do ano, voltou a se apreciar, uma situação que não parece desagradar ao governo devido ao reflexo positivo na inflação.

terça-feira, 18 de março de 2014

Balança comercial tem superávit de US$ 401 milhões no início de março

RedacaoT1


Foto: Tim Rue/Bloomberg

A balança comercial brasileira teve um superávit de US$ 401 milhões, nas duas primeiras semanas de março, informou nesta segunda-feira, 17, o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (Mdic).

terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

Balança tem déficit de US$ 646 milhões na 3ª semana de fevereiro

RedacaoT1
Foto: Ivan Pacheco
Foto: Ivan Pacheco
A balança comercial brasileira teve um déficit de US$ 646 milhões na terceira semana de fevereiro (de 17 a 21 deste mês), informou nesta segunda-feira, 24, o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (Mdic).
O saldo negativo resulta de US$ 3,666 bilhões em exportações e importações de US$ 4,312 bilhões, no período. No mês, o déficit chega a US$ 2,687 bilhões. Já no ano, o saldo está negativo em US$ 6,745 bilhões.

terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

Rombo recorde

CELSO MING
O Estado de S.Paulo - 04/02

A balança comercial (exportações menos importações) acusou em janeiro um rombo recorde que já vinha sendo antecipado nos radares, de US$ 4,1 bilhões. Só para comparar, em todo o ano de 2013 houve saldo positivo (superávit) de US$ 2,7 bilhões e, ainda assim, conseguidos com as tais "exportações fíctias" de US$ 7,7 bilhões, de sete plataformas de petróleo, que não saíram das águas nacionais.

Em janeiro de 2013, o déficit comercial foi quase igual, de US$ 4,0 bilhões, mas esses números não são comparáveis porque importações de petróleo que deveriam ser registradas ainda em 2012 ficaram para janeiro de 2013 e inflaram artificialmente as estatísticas.

Balança comercial de janeiro tem pior déficit da história

RedacaoT1



Foto: Tim Rue/Bloomberg

A balança comercial brasileira em janeiro registrou um déficit de US$ 4,057 bilhões, segundo informações do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (Mdic). Esse é o pior resultado para um mês desde o início da série histórica, em 1994.

O recorde anterior aconteceu também em janeiro, só que do ano passado, quando o saldo negativo foi de US$ 4,036 bilhões, segundo a série histórica do ministério.

Dados divulgados nesta segunda-feira, 3, pelo Mdic apontam que as vendas de bens nacionais para o exterior somaram US$ 16,027 bilhões em janeiro deste ano, após alcançarem US$ 15,967 bilhões no mesmo mês de 2013.

sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

PAÍS TEM DÉFICIT RECORDE NAS CONTAS EXTERNAS EM 2013


Saldo negativo das transações correntes - que são as compras e as vendas de mercadorias e serviços do país com o resto do mundo, chegou a US$ 81,374 bilhões no ano passado; resultado, superior ao de 2012, corresponde a 3,66% do PIB


Kelly Oliveira - Repórter da Agência Brasil